de olhares que voam alheios a realidades convencionadas, para poder trazer um outro ponto de vista, talvez.
domingo, 7 de dezembro de 2014
Se foi, levou.
Curitiba 07 de dezembro de 2014
Para: você, sim, você.
348 dias, apenas cinco dias depois eu voltei, não aguentei ficar calado por mais dias ou semanas e quem sabe meses. Depois de tudo que começa a tomar forma por aqui, também se parece mais fácil mas se engana quem pensa que é. Exato ou preciso eu não sou, mas venho pra te contar um pedaço aqui e outra ali do que me fazem: não sei o que sou, fui.
Vivi, vivi apurado pra saber o que acontecia contigo, com ela, com todas mas sem grande entusiasmo quanto a ti. Percebi que com o tempo talvez tenho sido apagado da tua rotina, quiça por quando te vi, e revivi. Talvez eu tenha vivido grande parte por ti, nem mesmo sabendo onde isso daria, deu no que deu. Se sim? Gostei.
Voltei aos braços de outras amigavelmente e ouvi de tantas: você se esconde, não mostra tua face e brinca, tuas brincadeiras... Brinquei demais, foi bom sim. Perdi meus disfarces.
Vivi com outras tudo que não pude dar, mas onde me afundei na raiva, nas consequências de quem queria fazer tudo e que não pode fazer nada, morreu em si mesmo e em suas expectativas, no seu meu melhor sendo o cego que onde tudo está certo e ao mesmo tempo: tudo desanda como um grande terremoto do outro lado do mundo, duas pontas incertas fazem com que nada dê certo, não agora. Nesses pedaços de vai e vem só venho pra te dizer o que fiz ao que não fiz, onde procuro partes de você em outras por mais errado que isso deve ser...
Talvez hoje eu não esteja com a cabeça das melhores pra falar ou contar, quem sabe um dia queira conversar normalmente. Fica aqui se não meu último momento, um dos: Alemão é tedioso, prefiro francês e sempre preferi antes mesmo de te conhecer, tornei disso uma grande birra sem mesmo ter falado um A, a que carrego pelas ruas e que é o mesmo do teu nome. Pois bem, faço francês, me iludo em línguas e quem em algum dia por aí em alguém mais. Minha vez de ficar aqui em silêncio. Sob tudo isso que eu gostaria que não tivesse passando.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário