sexta-feira, 22 de maio de 2015

Caliente

Estive ciente
Deste encontro quente
Do lado inconsequente
Força do inconsciente

Estive desejado
Desejo malvado
Malvada, do meu lado
De batom borrado
Que sejamos perdoados
não há culpados

Essa é pra você

Menina
Tu me alucina
Me suborna
,com seus dizeres,
meus sentimentos

Dos meus prazeres poucos
Agora estaguinados
Parcos ao seu me enrolar

Como é rude te amar
Do fundo do meu coração
Não ligue pois é assim que ele esperança
Na ingenuidade de ilusão

Prometo para mim
Um fim
De novo,
De novo te amo

Preciso te dizer
Proibido líbido
Dito e ruído
Presente e castigo

Curitiba

Suas luzes
Focam o desfoco
Dos padrões
Aleatórios
Em silhuetas
De um pôr notório

Do fluxo
Fixo no meu mundo
Ainda que não daqui moribundo
Seria tirano
Ao te mal dizer
Em suas falhas

O puro prazer profano
Que me alerta
Me sufoca
Me aperta
Me mata
Me vive
Me gama
Me gana

Sim, me envolve
Das memórias
De que amanhã
Como hoje
São do meu coração aberto
E entregue

Sempre só
No seu grande borbulho
Me adrenaline
Me serotonina!

Ria

Eu tão eu
Quanto eu
Só meu
No seu breu
Tão meu
Te vejo

e séria
Seria
Mas sempre ria

De uma forma
Sem norma
Mas sempre ria

Manhosa
E engenhosa
Mas sempre ria

Era assim que te via
Era assim que ia
Enquanto o tempo escorria
Era sua, minha companhia
Se não ria, você não seria